sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Os mensageiros

Título: "OS MENSAGEIROS" – 51 capítulos; 268 páginas
Autor: Espírito ANDRÉ LUIZ (pseudônimo espiritual de um consagrado médico que exerceu a Medicina no Rio de Janeiro)
Psicografia: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER (concluída em Fev/1944)
Edições: Primeira edição em 1944, pela Federação Espírita Brasileira (Rio de Janeiro/RJ); em Novembro/2001: 37ª Edição (490° milheiro)
Conteúdo Doutrinário: O Autor alerta aos médiuns quanto à necessidade da prática dos ensinamentos na esfera íntima, evitando surpresas negativas, quando do retorno ao Plano Espiritual.
A obra se desdobra em três partes distintas:
1ª Parte- Do Cap 1 ao 13:
- Testemunhos de médiuns (desencarnados) que, tendo partido do "Nosso Lar", com tarefas específicas, não conseguiram cumpri-las - no retorno, seus relatos são pungentes e esclarecedores...
2ª Parte - a partir do Cap 14:
- Descrição de atendimentos prestados a encarnados e a desencarnados, pela equipe de mensageiros do "Nosso Lar".
3ª Parte - a partir do Cap 33:
- André Luiz e Vicente, sob comando do protetor Aniceto, após estágio no "Centro de Mensageiros", partem em caravana, do "Nosso Lar", para a Crosta (plano terreno). A meio caminho, pernoitam no "Posto de Socorro", onde A.Luiz realiza um proveitoso estágio. Ali, conhecem amigos espirituais responsáveis pelo “Campo da Paz” (Colônia próxima ao Posto de Socorro). A seguir, os três se dirigem à Crosta, onde permanecem por uma semana, num lar humilde, verdadeira oficina do “Nosso Lar” na Terra, participando de atendimentos a
encarnados e desencarnados, sobressaindo preciosos ensinamentos sobre reuniões mediúnicas.

SINOPSE - Capítulo a Capítulo

Cap 1 – Renovação – O Autor espiritual narra sua transformação, após ter se desprendido “dos laços inferiores que o prendiam às atividades terrestres”. “Descobriu-se”, diz jubiloso. Mas, a par da renovação mental, experimentava um vazio formado pelos sentimentos do mundo, dos quais se desprendera. Sem o lar, a esposa e os filhos amados, aos quais freqüentemente visitava, seu coração era “um cálice luminoso, porém vazio”. É aconselhado por uma devotada amiga a freqüentar cursos no Ministério da Comunicação, para posteriormente prestar concurso na Terra.
Cap 2 – Aniceto – A.Luiz é apresentado ao Instrutor Aniceto, que adverte que ali, na “Instituição do Homem Novo” são admitidos apenas candidatos compromissados em servir, calando reclamações. Aniceto, dentre outras atividades, tem um quadro suplementar de cinqüenta auxiliares-aprendizes, voluntários. A.Luiz é convidado a integrar esse quadro, no momento com três vagas. Aceita o convite, sentindo-se honrado. É encaminhado ao “Centro de Mensageiros”.
OBS: Vamos detalhar como é formado o grupo de Aniceto:
- 1 padre
- 1 médico (a equipe foi acrescida de 2 médicos: A.LUIZ e VICENTE)
- 6 engenheiros
- 4 professores
- 4 enfermeiras
- 2 pintores
- 11 irmãs especializadas em trabalhos domésticos
- 18 operários diversos.
Cap 3 – No Centro de Mensageiros - Formado de majestosos edifícios / Universidades / Pátios amplos / Jardins primorosos.
- Finalidades: preparação anual de centenas de médiuns e doutrinadores para reencarnarem (quais “cartas vivas” de Jesus para a Humanidade), os quais são reunidos em grupos de 50 aprendizes. Cada grupo fica sob comando de um Instrutor (tal como a de Aniceto).
Cap 4 – O caso Vicente – A.Luiz conhece Vicente, médico, calmo, bondoso e sensato. Tornam-se amigos. Conversam sobre suas existências terrenas, semelhantes. Vicente casou-se e teve dois filhos. Um irmão seu, advogado, foi residir em sua casa e não tardou, traiu-o com a esposa, de quem se apaixonou, sendo correspondido. A esposa e o irmão tramaram sua morte e a executaram, ardilosamente. Vicente não cogita vingar-se e diz: “o mal é simples resultado da ignorância e nada mais”.
Cap 5 – Ouvindo instruções – O instrutor Telésforo discorre para todos os aprendizes do trabalho de intercâmbio entre os trabalhadores desencarnados e encarnados. Adverte sobre os companheiros fracassados. Cita empecilhos até nas religiões, além de tristes quadros humanos no mundo todo. Como ajudar a tanto desespero e incompreensão? Só com Jesus, no trabalho, sacrifício e renúncia.
Cap 6 – Advertências profundas – Prossegue a aula. Tema: médiuns fracassados. Muitos trabalhadores partem de “Nosso Lar” em turmas de trabalho educativo, mas poucos alcançam resultados, parciais, nos misteres da mediunidade e da doutrinação. “A Terra é grande oficina redentora, e não, vale tenebroso destinado a quedas lamentáveis”. É relatado que muitos, quando encarnados, preferem desvios sexuais, tirania doméstica, preguiça e vaidade, além de exercitarem a “doutrinação para exportação e não para uso próprio”...
Cap 7 – A queda de Otávio – Após trinta anos de preparação, reencarnou saudável e com mediunidade voltada para consolar criaturas. Deveria manter-se solteiro e amparar seis amigos que o ajudaram em “Nosso Lar”, nos trinta anos que antecederam à sua reencarnação. Já reencarnado, aos dezenove anos iniciou desvairados abusos das suas faculdades. Ficando órfão de pai, desamparou aqueles seis amigos (ainda crianças), órfãos como ele. Casou-se “por violência” e teve um filho. Esposa e filho passaram a atormentá-lo. Alcoólatra, morreu com sífilis, aos quarenta anos, “sem construir coisa alguma no terreno do bem”.
Cap 8 – O desastre de Acelino – Outro médium (vidente, audiente e psicógrafo) que, egresso de “Nosso Lar”, descumpriu todas as realizações que prometera, antes da reencarnação. Usou as faculdades mediúnicas para ganhar dinheiro, “resolvendo” todo tipo de problemas de consulentes. Ao desencarnar permaneceu onze anos em zonas de grande tormento, pela ronda dos ex-consulentes criminosos que desencarnaram antes dele e que exigiam notícias e soluções atinentes a ligações clandestinas.
Cap 9 – Ouvindo impressões – O capítulo exorta os médiuns ao trabalho, sem reclamos e sem medos. São expostos vários casos de médiuns que, bem preparados antes da reencarnação, não cumpriram as tarefas, por invigilância.
Cap 10 – A experiência de Joel – Médium que fez mau uso das percepções que lhe foram dilatadas antes de reencarnar, a fim de que, então, as utilizasse a benefício do próximo. Há muito tempo vem sofrendo grandes perturbações, como conseqüência.
Cap 11 – Belarmino, o doutrinador – É citada profunda conceituação de missão educativa. A doutrinação, no campo do Espiritismo evangélico, é aqui exposta com clareza. Mostra como o médium doutrinador exigente, propenso ao mando, vaidoso do saber, desconfiado dos companheiros de reunião mediúnica, logo adentrará no negativismo. Estará sujeito a múltiplas enfermidades, além de sentir um deserto no coração.
Cap 12 – A palavra de Monteiro – Novo alerta, enérgico, aos médiuns doutrinadores e aos dirigentes de reuniões mediúnicas. É recomendada a força do exemplo e não a palavra lustrosa... O comportamento do médium na atividade profissional do comércio deve guardar paralelo com a conduta cristã, principalmente com a paciência.
Cap 13 – Ponderações de Vicente – Citando Jesus como Mestre e Médico, o capítulo expõe os perigos que aguardam os médicos que fazem mercantilismo de tão sagrada profissão.
Cap 14 – Preparativos – A.Luiz e Vicente, antes de se dirigirem à Crosta, onde permanecerão por uma semana, recebem melhoramento da visão (no “Gabinete de Auxílio Magnético às Percepções"). É sugerida a prece, sem o fanatismo inconsciente. A prece é fidelidade do coração, jamais viciação do sentimento. A ida à Crosta, no caso, assemelhou-se a uma peregrinação, não feita em “estrada ampla e bem cuidada”, mas sim, em caminhos difíceis...
Cap 15 – A viagem – A caminho, a equipe faz pausa no Posto de Socorro situado entre “Nosso Lar” e a Crosta, a grande distância desta. A.Luiz e Vicente, sob orientação de Aniceto, vêem-se banhados de luz, pela primeira vez (!). Nas trilhas: frio, ausência de luz solar, paisagens misteriosas, aves horripilantes, rijas ventanias... Aniceto explica aos dois auxiliares que aquela é região sob influência astral da Terra. A seguir cita interessantes dados astronômicos. Informa sobre a “existência de outros mundos sutis, dentro dos mundos grosseiros”(!).
Cap 16 – No Posto de Socorro – Chegam os três a castelo-educandário soberbo, resguardado por pesados muros. No interior, pomares e jardins maravilhosos. A.Luiz vê um quadro, pintura em tela, que já havia visto em Paris, quando encarnado. Fica sabendo que o pintor da tela de Paris copiou-a desse original, após vê-lo, em sonho.
Cap 17 – O romance de Alfredo – A equipe alimenta-se de frutos diversos. O Posto, com quinhentos auxiliares, produz alimentos e remédios para famintos e doentes. O dirigente do Posto relata a história da sua união com a esposa, cuja companhia ele ainda não pode usufruir, pois quando encarnados, ele desfez o casamento, por ouvir calúnias contra ela, que era inocente e que pelo abandono desencarnou, com tuberculose.
Cap 18 – Informações e esclarecimentos – No Posto chegam sinais de batalhas sangrentas na Terra (o ano era 1944), provocando grande tempestade magnética. Grandes massas de desencarnados (pela Segunda Guerra Mundial) superlotam os Postos de Socorro de várias colônias espirituais. É citada a Colônia “Alvorada Nova”, situada em zonas mais altas, com intercâmbio com avançados núcleos de espiritualidade superior, de planetas vizinhos (!).
Cap 19 – O sopro – São citados sistemas espirituais de transporte, com base no eletromagnetismo. Há esclarecimentos sobre o passe de sopro curador, cujos passistas “exercitaram-se longamente, adquirindo experiências a preço alto”. Imprescindível, no caso, “a pureza da boca e a santidade das intenções”. Passistas encarnados deverão ter “estômago sadio, boca habituada a falar o bem, com abstenção do mal e a mente reta, interessada em auxiliar”.
Cap 20 – Defesas contra o mal – O Posto de Socorro tem defesas múltiplas, mantendo à distância “irmãos consagrados ao mal, perversos e criminosos, entidades verdadeiramente diabólicas”. O Posto está equipado com armas que não exterminam, apenas defendem, disparando projéteis elétricos que causam impressão da morte, isso porque na esfera espiritual a matéria mental pode modificar o corpo denso todos os dias (!).
Cap 21 – Espíritos dementados – Visitando os albergues do Posto, A.Luiz e Vicente acompanham os encarregados da assistência. O chefe do Posto atende e conforta vários Espíritos necessitados que o procuram, presos a problemas inferiores, pois se julgam ainda encarnados.
Cap 22 – Os que dormem – A equipe chega a pavilhão escuro, situado em área com três quilômetros de extensão, mais ou menos. No interior, espaçosas enfermarias. Silêncio absoluto... Cerca de dois mil Espíritos ali estão adormecidos... Têm semblante horrendo, quase todos estampando pavor, em cadavérica palidez... São oitenta os atendentes em atividade. Cada um só pode cuidar de cinco enfermos, perfazendo quatrocentos atendimentos. A imagem é a da morte, naqueles Espíritos entorpecidos no vazio, que quando encarnados eram crentes no nada após a desencarnação. São os “embriões da vida” ou “fetos da espiritualidade”, paralíticos do bem.
Cap 23 – Pesadelos – A.Luiz, concentrando todas as possibilidades mentais ao seu alcance, focaliza o sofrido Espírito de uma mulher, passando a vislumbrar o pesadelo em que se prendia, em conseqüência de haver assassinado o amante, que era casado. Toda a cena, com o local, personagens e diálogos, desenrolam-se à sua percepção. (Impressionante!).
NOTA: Numa desajustada adjetivação de nossa parte, mas pedindo licença aos leitores, talvez possamos conceituar essa faculdade espiritual de A.Luiz como “Psicometria espiritual”.
Cap 24 – A prece de Ismália – Naquele pavilhão dos adormecidos, os efeitos da prece de um Espírito elevado, prece esta acompanhada com amor por numerosos Espíritos dedicados à fraternidade, produz benéficos e múltiplos efeitos, alcançando numerosos pacientes em sono profundo. Mas, apenas dois se ergueram e mesmo assim, saíram correndo, espavoridos...
Cap 25 – Efeitos da oração – Luzes irradiantes, em flocos de várias colorações, partiam de cada Espírito da equipe, indo cair sobre os corpos inanimados. Há um primeiro alerta, ligeiro, aos doutrinadores, quanto à impropriedade de se dizer ao Espírito desencarnado (que desconheça tal estado) que ele já não possui mais o corpo físico... Afirmativa: não há prece sem resposta!
Cap 26 – Ouvindo servidores – Alfredo, o chefe do Posto, demonstra a inconveniência do Espírito desencarnado prender-se aos rogos e lamentações da família encarnada. Por extensão, fica a lição aos encarnados que perderam entes queridos...
Cap 27 – O caluniador – Vemos neste capítulo a comovente dificuldade de um Espírito doente em pronunciar o sublime nome de Deus. Apenas pronunciar... A.Luiz exercita visão espiritual e vislumbra a triste história desse doente.
NOTA: Nova demonstração desta faculdade de A.Luiz, que talvez seja “psicometria espiritual”
Ensinamento: a reconciliação inicia-se pela atitude caridosa, vai do entendimento à piedade, desta à simpatia, depois à verdadeira fraternidade e culmina com o amor sublime.
NOTA: Há referência à mulher-vampiro, citada no livro “NOSSO LAR”, a qual foi impedida de adentrar nas “Câmaras de Retificação”
Cap 28 – Vida social – O Posto recebe visita de amigos vindos do “Campo da Paz”, em belo carro tirado por dois soberbos cavalos brancos. São expostos ensinamentos referentes aos doentes do Espírito, rebeldes ao tratamento. Os atendentes sentem-se obrigados a semear pensamentos novos e aguardar que a obra do tempo os faça germinar nesses doentes. É citado o “desculpismo” (pretextos de encarnados — médiuns — compromissados com a tarefa de auxílio ao próximo para fugirem à tarefa e ao dever sagrado).
Cap 29 – Notícias interessantes – Viver em “Nosso Lar” é uma grande bênção. O “Campo da Paz”, fundado há dois séculos, tem por finalidade abrigar aos que desencarnam em estado de ignorância ou de culpas dolorosas.
Cap 30 – Em palestra afetuosa – Noções sobre o casamento — nos dois Planos. Somos informados que o “Campo da Paz” é uma colônia de socorros urgentes, qual avançado centro de enfermagem. Atende ainda aos recém-encarnados, na base de quinze a vinte reencarnações diárias, dos tutelados que serão assistidos até os primeiros sete anos da existência carnal.
Cap 31 – Cecília ao órgão – Em reunião musical festiva há execução, ao órgão, da “Tocata e Fuga em Ré Menor”, de Bach, com acompanhamento coral de crianças.
Cap 32 – Melodia sublime – Ismália, Espírito elevado, executa melodia ao órgão, que faz brotar na mente de A.Luiz e dos demais ouvintes, sublime oração de louvor ao Criador.
Cap 33 – A caminho da Crosta – A.Luiz, Vicente e Aniceto dirigem-se à Crosta. Caminham por via escura e nevoenta, diferente da que liga “Nosso Lar” à Crosta. Aos poucos começam a vislumbrar luz solar. A partir dali, praticam a volitação, com emprego de transformação da força centrípeta (!).
Cap 34 – Oficina de ”Nosso Lar” – A.Luiz chega ao Rio de Janeiro e, surpreso, com a visão espiritual agora já dilatada, vê grande quantidade de desencarnados vagando pelas ruas ou abraçados a transeuntes, que os ignoram... Chegam a uma humilde residência, que na verdade é oficina que representa “Nosso Lar”.
Cap 35 – Culto doméstico – A família encarnada da oficina de “Nosso Lar” procede ao culto doméstico, com participação de benfeitores espirituais. Tema evangélico: comentários sobre irreflexão e suicídio e a parábola que compara o Reino dos Céus a um grão de mostarda.
Cap 36 – Mãe e filhos – São tecidos comentários sobre a riqueza, a pobreza e a proteção divina. A boa educação que deve ser dada aos filhos é exemplificada de forma útil.
Cap 37 – No santuário doméstico – A.Luiz e outros Espíritos se alimentam (registra o Autor Espiritual que não é possível ser feita analogia aos alimentos terrenos). Há comentários sobre os efeitos da prece, do vento e das tempestades (estas, assustam aos Espíritos ignorantes que vagueiam pelas ruas, os quais, temerosos, buscam asilo de preferência em casas de diversão noturna ou em residências abertas...). É descrito o intercâmbio positivo entre encarnados e desencarnados que se amam.
Cap 38 – Atividade plena – Encarnados doentes, desdobrados pelo sono, são atendidos na oficina de “Nosso Lar”. Comenta-se os simbolismos contidos nos sonhos. Freud é citado como “missionário da Ciência, sob limitações, que fez muito, mas não tudo, na esfera da indagação psíquica”.
Cap 39 – Trabalho incessante – A caridade tem que se associar ao dever, não ofertando facilidades às entidades ociosas, irônicas ou aquelas de intenções inferiores. Mostra o exemplo de desencarnados que prejudicaram uma reunião mediúnica pelas facilidades que lhes foram dadas, de ingresso na mesma, sem a indispensável preparação.
NOTA: Esse alerta é oportuno, vez que não poucos Centros Espíritas permitem que pessoas sem “a indispensável preparação” sejam desde logo admitidas às reuniões mediúnicas.
Cap 40 – Rumo ao campo – Mostra a necessidade espiritual do repouso (!).São citadas as “nuvens de bactérias variadas” que provocam doenças físicas, mas também as “formas caprichosas das sombras” (matéria mental inferior expelida por algumas pessoas) que promovem desequilíbrio mental. Essas sombras são as nuvens de larvas mentais(!) que causam doenças à alma. A fé proporciona elevação e antídoto a tal contaminação astral. Há comentários sobre a bênção do Sol, do solo e das plantas.
Cap 41 – Entre árvores – São citados os numerosos Espíritos cooperadores do reino vegetal, em preparativos para nova encarnação no mundo, prestando serviço nos reinos inferiores.
NOTA: Convidamos os leitores à leitura da questão n° 538 de “O Livro dos Espíritos”
Há o instigante relato de um carroceiro que, com grande grosseria, vivia a agredir animais, inclusive um muar que o auxiliava a ganhar o pão de cada dia. Demonstra como a cólera é prejudicial ao colérico...
Cap 42 – Evangelho no ambiente rural – Mostra a sintonia no momento da oração, sendo que até animais são atraídos para as proximidades, por forças magnéticas desconhecidas. É decantada a bênção da Natureza, mas lamentada a ganância humana, que a desrespeita (verdadeiro brado ecológico, e isso, em 1944). Instigantes informações sobre o nitrogênio...
Cap 43 – Antes da reunião – É mostrada a movimentação espiritual que antecede a uma reunião mediúnica, estabelecendo faixas magnéticas nas dependências físicas. Há um alerta quanto à hipocondria (afecção mental, obsessiva: mania de doenças).
Cap 44 – Assistência – A.Luiz é designado para aplicar passes em Espíritos necessitados. Atende uma mulher cega, em conseqüência da impressão deixada no perispírito dela pelo tracoma. Quando o passe de A.Luiz dissipa a cegueira, ele e a mulher se emocionam. O Instrutor então o adverte quanto à vaidade: “não olvides que todo bem procede de Deus”. Vários Espíritos são atendidos pelos benfeitores espirituais, mas alguns permanecem impermeáveis a esse auxílio.
Cap 45 – Mente enferma – Demonstra a incredulidade de um doutrinador(?), de vasta cultura, apegado a “inexistência” de provas da sobrevivência humana, que palestra com outro doutrinador, comentando sobre os pesquisadores e as fraudes mediúnicas... O primeiro se apóia na razão e na ciência; o segundo, na fé e no bom senso das verdades espíritas.
Cap 46 – Aprendendo sempre – Na reunião mediúnica estavam trinta e cinco encarnados e mais de duzentos desencarnados(!). É alertado o alto preço que terão que pagar os que usam o intercâmbio espiritual levianamente.
Cap 47 – No trabalho ativo – Mostra como médiuns novatos em conhecimentos evangélicos causam desarmonia na reunião mediúnica. A concentração em trabalhos de natureza espiritual é definida e porque alguns pedidos nem sempre devem ser atendidos... para o bem do próprio necessitado.
Cap 48 – Pavor da morte – É esclarecido porque Espíritos necessitados são trazidos à reunião mediúnica: por manterem-se muito ligados ao plano terreno, o magnetismo e o calor humano doados pelos médiuns despertam neles forças novas. A.Luiz e amigos vão a um necrotério e atendem a uma jovem recém-desencarnada que se mantém presa aos despojos físicos, embora o noivo (também desencarnado) lá esteja tentando auxiliá-la, mas sem consegui-lo.
NOTA: Há preciosa lição sobre “a idéia da morte”, pois quando CREMILDA desperta no Plano Espiritual, a informação de sua morte não lhe é passada, e sim, de “vida vitoriosa, pois Deus não é Deus de mortos, e, sim, o Pai das criaturas que vivem para sempre”.
Este é um segundo alerta aos médiuns doutrinadores: agir com tato e caridade para com os visitantes espirituais que desconheçam que não mais possuem o corpo físico...
Cap 49 – Máquina divina – O desligamento perispiritual de um agonizante é detalhado de forma impressionante, mostrando como todos os movimentos do corpo são administrados pela mente.
Cap 50 – A desencarnação de Fernando – Mostra-nos o auxílio espiritual para uma desencarnação. Os parentes, por invigilância, estavam perturbando o desligamento e por isso os Benfeitores Espirituais promovem uma melhora fictícia, para afrouxar a tensão dos encarnados... No exemplo do capítulo, o desligamento do corpo espiritual se processa a partir dos calcanhares, terminando na cabeça.
Cap 51 – Nas despedidas – Finda a semana de pródigas tarefas espirituais, A.Luiz, Vicente e Aniceto preparam-se para regressar ao “Nosso Lar”. Nas despedidas, A.Luiz e Vicente (com Isabel desdobrada pelo repouso do sono) acompanham a comovente prece pronunciada pelo bondoso Aniceto.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O Ladrão de sorrisos de Marcelo Duarte

O Ladrão de Sorrisos            Um circo se instala na cidade, a escola de Beatriz e Otávio vai ao circo, mas como Beatriz passou mal, não pode ir. Ela ansiosa, para saber como estava no circo desce rápido do carro e entra correndo na sala e pergunta a Isadora como estava, mas ela também não foi ao circo. Pergunta a Ingrid, ela responde de mau humor "legal", no recreio ninguém conversa. De tarefa a professora pede para eles entrevistarem um personagem do circo. Beatriz convida os amigos e seus pais para irem ao circo no final de semana.
           O fim de semana chega, já no circo Beatriz vai procurar o trailer do palhaço Chicletão, entra lá e vê um pequeno vidro com uma cavera e de repente Chicletão aparece e expulsa Beatriz do trailer.
           Ao final Isadora vai no banheiro e leva Beatriz junto quando voltam estão todos tristes menos elas. Beatriz vai entrevistar o dono do circo e também vê o frasco com a caveira.
           A noite Beatriz envia um e-mail a Isadora e Otávio combinando uma visita ao trailer do Chicletão no meio do espetáculo.
          No dia seguinte elas vão ao circo e Beatriz entra no trailer e procura o frasco com a caveira e derrama seu perfume no chão e coloca um pouco do pó dentro do frasco do perfume ao sair do circo eles levam o frasco ao sair do circo eles levam o frasco ao laboratória onde mandam o frasco  para o Estados Unidos. 10 dias depois o frasco. Será que eles descobriram o que estava causando a tristeza na cidade?
   

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A escola abandona de Eduarda Gassen Boeira

            Em uma noite de hallowen, 31 de outubro, Sophie e Kristen saíram para pedir doces ou travessuras.
            Era meia - noite quando entraram em uma rua desconhecida  de repente avistaram uma criatura estranha   e entram correndo em uma construção abandonada.
           Dentro da construção havia uma escada de madeira que dava acesso ao 2º andar. subiram as escadas e viram várias portas, foram olhar o que havia do outro lado da porta que tinha uma placa "Laboratório de Ciências da 8ª série"entraram viram vários experimentos e se assustaram com um esqueleto que havia lá dentro, saíram correndo e entraram na primeira porta que avistaram, onde viram um cartaz que dizia:''Salão do clube da danças da Escola Moster High'', Kristen então exclamou:
           - Agora eu entendi não é uma construção abandonada é uma escola
           Então Sophie retrucou:
           - Será que é uma escola de monstros?
           - Bem capaz,monstros não existem!
           Naquele momento as portas começaram a bater sozinhas e um vento forte entrava pelas janelas, as duas começaram a olhar para todos os lados e viram um vulto, a unica luz que estava ligada se apagou e as duas começaram a gritar:
          Sophie sentiu uma mão gelada em seu ombro e diz a Kristen:
          - Kristen você sentiu isso?
          - Isso o que Sophie!
          - Essa mão de defunto?  
          - Você deve estar louca Sophie!
         - Será que são os monstros?
         - Sophie, para com essa história, monstros não existem.
         - E que lhe disse isso? - Disse uma voz por traz das duas.
         E quando se viraram viram um fantasma.
         E então Sophie diz para Kristen:
         - Uma menina que sabe dizer, CORRE!
         Foram para o corredor onde estava bem mais iluminado e desceram o lance de escadas onde uma coisa grande e peluda as parou e disse:
         - Para onde vocês vão?
         - Nós, nós vamos embora, responderam as duas.
         Uma voz  de cima do corrimão diz:
         - Haaa!!! Mas agora que a brincadeira estava ficando boa!!!
         E uma voz vinda de cima disse:
         -Parem  pessoal estão assustando nossos convidados!
         -Convidados? A gente não foi convidado para nenhuma festa! Fala Sophie.
         Kristen retruca:
        - Afinal não viriamos para uma festa desconhecida.
        -Mas ninguém mandou vocês entrarem aqui! -falou o monstro com o qual tinha esbarrado.
        A voz que vinha de cima então fala:
        -Mas porque vocês entraram aqui?
        - Mamãe sempre diz que não devemos falar com estranhos mas... Estávamos fugindo de algo nos perseguiu.
         O bicho que estava em cima do corrimão diz:
        -Por que vocês estão assustadas?
        - Nós assustadas? Nem um pouquinho, né Sophie?
        -Só se você não está assustada Kristen, porque eu estou quase tendo um ataque cardíaco.
        -Você está passando mal? Temos uma poção ótima para ataque cardíaco.
        - Não, não, muito obrigado!
        - Então venha vamos comer! Disse o fantasma.
        -Comer? E se vocês colocarem veneno na comida.  
        - Não, não e não. Diz Sophie
        -Nós vamos embora. Diz Kristen
        - Não, agente não vai deixar vocês irem embora, porque nossa escola só funciona uma vez por ano.E vocês não vão ficar para a festa?
        - Está bem ficamos até o amanhecer, mas depois vamos embora. Diz Kristen
         Elas foram andando com os monstros até um salão de festas com várias comidas e bebidas. Comeram e foram para a pista  de dança e lá Kristen começa a ver tudo girar, as vozes estavam ficando cada vez mais baixas e lentas e tudo acinzentado, de repente Kristen acorda em sua cama e vê que era tudo um sonho e que estava atrassada para a aula .Olha para o lado e vê Sophie dormindo e lembra que era dia de Finados e que era feriado e não tinha aula naquele dia.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Piores Inimigas / Melhores Amigas de Annie Brayant

             Charlote é uma menina que viaja pelo mundo com o pai que é um escritor. Em um belo dia, ela viaja para os Estados Unidos.
            No primeiro dia de aula a professora separa os alunos em grupos para o almoço, o grupo de Charlote é o das meninas mais conhecidas da escola, Avery, Katany e Maeve , como Charlote é meio desajeitada, ao sentar a toalha prende no zíper sua calça e ao tentar tirar, causa o maior escândalo, a calda de abóbora vai parar em cima de Katany, e o pior, estraga a blusa que Katany demorou um ano para fazer, ela suja todo o grupo isso leva elas a serem as piores inimigas. 
             A professora leva Charlote a diretoria, onde a diretora ajuda ela a encontrar uma roupa limpa e onde também ficaria até o fim da aula.
            No 2º dia a professora distribuiu diários onde mandou escrever uma regra na da escola que poderia mudar, Katany  sugeriu que elas quatro poderiam ficar uma noite na casa de uma delas para resolver o problema da amizade, a professora aceitou a idéia, e no mesmo instante fizeram um sorteio para decidir onde iriam passar a noite. O sorteio feito decidiu que elas passariam a noite na casa de Charlote.

             O tão esperado dia chegou , a tardinha chegam as meninas, Charlote as recebe e mostra a casa a elas. Para o jantar o pai de Charlote prepara uma espécie de marshmallow, depois do jantar fazem uma guerra de travesseiros e logo depois vão dormir. Enquanto dormem, Katany sente algo caminhar sobre sua mão e grita, todas acordam e ver o que está acontecendo, Avery diz que viu um rato e começa a gritar, Katany diz que foi o rato que passou por cima da mão dela e todas correram atrás do rato, elas encontram uma passagem secreta que dá acesso a torre da casa.
O que será que elas encontrarão na torre? Será que elas se tornarão grandes amigas? E serão as  novas GRBs?

domingo, 6 de novembro de 2011

Chapeuzinho Amarelo de Eduarda Gassen Boeira

            Era uma vez uma menina chamada Yolanda. Ela não tinha nenhum medo mas vivia triste, pois ela não tinha nada para brincar e gostava muito de amarelo.
            Ela vivia solitária pois seus pais viviam separados. Ela morava com sua mãe. Seu único divertimento era o seu capuz amarelo e sua boneca de pano feita por sua mãe que não tinha dinheiro para comprar uma boneca.
            Em um belo dia seu pai estava doente e sua mãe mandou ela visitar seu pai, lhe deu uma cesta com legumes e frutas.
            Quando chegou a hora de partir ela despediu-se de sua mãe e saiu floresta a fora.
           - Pela estrada a fora eu vou bem sozinha e para o papai levar essas frutinhas. - Cantava ela.
            Quando estava na metade do caminho encontrou um menino.
           -Olá, quem é você?
           - Eu sou o filho do presidente.
           - O que  você esta fazendo aqui?
           - Eu estou perdido e não acho o caminho para casa.
           -Eu estou indo para a casa do meu pai e posso levar você.
           -Obrigado!
           Então ela leva o menino até a casa de seu pai. Chegando lá...
          - Olá pai, vim trazer essas frutas e legumes para o senhor.
          - Obrigado!
          - Este aqui é o Diego, o filho do presidente.
          - E o que ele está fazendo aqui?
          - Eu estava perdido e sua filha me trouxe até aqui.
          - Você sabe onde é minha casa?
          - Sim, claro. Vou levar você.
          Então o pai sai com Diego e deixa Yolanda cuidando da casa.
          - Vou varrer esse chão sujo.
          Depois de um tempo o pai de Yolanda volta.
          - Conseguiu?
         - Sim.
         Depois daquele dia o pai voltou a amizade com a mãe de yolanda. E em dia o Diego volta com presentes.
        - Oi Yolanda, vou te dar esses brinquedos e para você vou dar uma moto que está na sua casa.
        - Muito obrigado!       
          Depois daquele dia Chapeuzinho Amarelo ficou bem mais feliz e seu pai também.
          E assim termina a história da Chapeuzinho Amarelo
         

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Minha Vida na Guerra dos Farrapos de Eduarda Gassen Boeira


            Eu sou Isabella, meu pai era dono de uma estância ele se chamava Joaquim, ele participou da Guerra dos Farrapos que ocorreu nos anos 1835 á 1845. Ele foi para a guerra com os estancieiros e eu e as outras mulheres e crianças ficamos cuidando da estância, alimentando os animais  e fazendo a limpeza da casa e das armas usadas na guerra meu pai morreu em 1836 por causa de um tiro após a Proclamação da República Rio Grandense minha mãe morreu muito cedo com 38 anos. Ela nunca admitiu a morte de meu pai. Eu me adonei da estância e tive que ir para a guerra porque agora eu era dona da estância muitos dos estancieiros morreram pois nossas armas não eram muito rápidas. Nossas roupas eram de tecido nada muito sofisticado.
             Para continuar mantendo nossas estâncias enviávamos nossos produtos pelo porto de Montevidéu no Uruguai.
            Após vários anos de luta e nós com menos condições de sustentar a luta aceitamos o acordo proposto pelo império chamado de Paz do Ponche Verde. Dentro deste acordo conseguimos várias vantagens como: a anistia aos que lutaram contra o império, devolução de soldados farroupilha e mais importante das vantagens o governo estabeleceu um imposto de 25% sobre o charque importado favorecendo o comércio do nosso charque dentro do país, afinal este foi o grande motivo pelo qual lutamos durante 10 anos da Guerra dos Farrapos.
           Enfim voltei a cuidar da estância que meus pais me deixaram e pude tocar a vida nestes novos tempos de paz no Rio Grande.

Animais de Estimação de Eduarda Gassen Boeira

         

            Como é bom chegar em casa e ser recebido por nossos amiguinhos, nossos bichinhos de estimação, com um abanar de rabo de um cãozinho ou um miado dengoso de um gatinho. Para termos esses animais em casa é preciso ter alguns cuidados especiais como vacinação, dar água limpa, comida, banho e um lugar aconchegante e quentinho para eles dormirem.
             Infelizmente existem pessoas que não tem estes cuidados e além disso abandonam seus bichinhos quando acham que eles não servem mais, como se fossem brinquedos velhos, então estes animais acabam na rua, ás vezes acabam atropelados e até maltratados por pessoas sem coração e sem sentimentos.
            Por outro lado, existem pessoas e instituições boas e solidárias que dão abrigo a estes animais. Quando são recolhidos das ruas eles recebem atenção e tratamentos que precisam, depois são encaminhados para a adoção, tendo uma nova chance de encontrar um lar onde possam receber atenção, carinho e todos cuidados necessários para viverem felizes e saudáveis. Também trazendo felicidade e alegria para pessoas que gostam verdadeiramente de animais.
                Muitas vezes os animais de estimação são as únicas companhias para algumas pessoas, geralmente idosos, em outros casos chegam a ser indispensáveis na vida, como por exemplo o cão guia para os deficientes visuais, por isso devemos cuidar e amar nossos bichinhos de estimação sempre, mesmo que eles já estejam bem velhinhos.